NOVA PÁGINA IBEI

Bem Vindos AO Instituto Brasileiro de Estudos Imobiliários IBEI Filie-se.
CLIQUE E CONHEÇA
http://ibeinstituto.webnode.com.br/
Minha foto
O INSTITUTO BRASILEIRO DE ESTUDOS IMOBILIÁRIOS- IBEI é uma entidade sem fins lucrativos que nasceu para preencher uma lacuna no mercado imobiliário nacional,promovendo a integracão dos seus personagens (construtoras,corretoras,administradoras,profissionais liberais,etc)que por sua vez,respondem por cerca de 22% do PIB brasileiro.Atua como um centro de producão e divulgacão de conhecimentos relativos ao mercado imobiliário nacional e internacional.

FALE CONOSCO

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Crédito imobiliário
Denise Menezes - Estado de Minas

1 - Antes de mais nada, verificar as condições do financiamento oferecidas pelo banco. Todo contrato tem um quadro resumo e é justamente nesse ponto que o futuro mutuário deve prestar muita atenção. Nele podemos observar a taxa de juros cobrada para a concessão do crédito, prazo e valor de financiamento, prestação inicial, entre outras informações relevantes.

2 - Ler com atenção todas as cláusulas contratuais, observando se existem taxas de risco de crédito e administração no contrato em questão, pois tais taxas não são previstas por lei, e, portanto devem ser rejeitadas pelo futuro mutuário.

3 - Procurar sempre a menor taxa de juros do mercado. Vale esclarecer que o financiamento de imóvel na planta não tem juros, somente correção monetária, e a partir da entrega das chaves o ideal é optar por um financiamento do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que trabalha com as menores taxas de juros.

4 - Ao assinar o contrato, opte sempre pelo Sistema de Amortização Constante (SAC) ou pelo Sistema de Amortização Crescente (Sacre), nos quais as prestações diminuem no decorrer do prazo contratual.

5 - Procure evitar 100% de financiamento pelo banco. Quanto menor o financiamento com o agente financeiro, melhor será financeiramente para o mutuário, pois ele poderá quitar a dívida com o banco num prazo mais curto, evitando o pagamento de juros capitalizáveis e remuneratórios por um longo período.
\
6 - Sempre que possível, realize amortizações esporádicas no saldo devedor por meio de dinheiro ou recursos do FGTS, que pode ser usado de dois em dois anos.

7 - Ao realizar a amortização, opte pela redução do prazo, em vez da diminuição do valor prestação.

Fonte: ABMH

Nenhum comentário:

Postar um comentário

IBEI NO TWITTER

PageRank

IBEI NO FACEBOOK

CHAT IBEI


PARCEIROS DO IBEI





IBEI

IBEI